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15 de set de 2015

Caça às bruxas

Entre os séculos XV e XVIII, a Europa e em algumas colônias da América protagonizaram atos de cunho religioso chamado de "Caça às bruxas". Foram perseguições motivadas pela crença de que seria necessário localizar e punir bruxas que supostamente praticavam rituais exotéricos. Estima-se que aconteceram entre 40 e 100 mil execuções neste quatro séculos.




Naquela época, acreditava-se de que as bruxas eram auxiliados por entidades sobrenaturais que assumiam forma terrena, geralmente tendo a aparência de seres humanos ou animais.
Durante a primeira metade do século XV na França e na Suíça. 
No Concílio da Basileia (Suíça) ocorrido entre os anos de 1431 e 1437, ficou padronizado o estereótipo da bruxas satânicas que operavam contra a cristandade.



Esse padrão se espalhou pelo Sacro Império Romano, até que em 1484 o Papa Inocêncio VIII emitiu a Summis desiderantes affectibus, uma bula papal que reconhecia a existência das bruxas e determinava a inquisição a mover uma caça contra estas, dando a permissão para fazer o que for necessário para se livrara delas.
O julgamento mais famoso foi o ocorrido em Salem (EUA).
Gradualmente, os intelectuais, influenciados pelas ideias humanistas começaram a manifestar-se contra os julgamentos, sendo que os últimos ocorrem no início do século XVIII. 



Na Grã-Bretanha, por exemplo, foi aprovada a Lei de Bruxaria, em 1735 que deixou de considerar a bruxaria como uma ofensa legal no país, punindo apenas a prática de charlatanismo (alegação de pretensos poderes paranormais) como criminosa, mas com penas muito mais leves.
Vários livros foram escritos sobre a bruxaria na mesma época, sendo provavelmente o mais notável desses trabalhos o Malleus Malificarum (O martelo das bruxas), publicado em 1486 e escrito pelo inquisidor alemão Heinrich Kramer, supostamente auxiliado pelo monge Jacob Sprenger. O livro era um pretenso guia para auxiliar magistrados na identificação e condenação de bruxas.

Fonte: infoescola

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