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13 de outubro de 2015

As 7 torturas mais cruéis da Idade Média

Curiosidades históricas

A Idade Média (também conhecida como Idade das Trevas) foi uma época da civilização humana marcada por assassinatos em massa em nome da religião e dogmas. A Inquisição foi um dos fenômenos que mais matou gente nessa época (quase 10 mil pessoas), e se utilizava de meios nada convencionais para obter confissões dos acusados de bruxaria.

Reis e governantes da Idade Média também se utilizavam de torturas na Idade Média para conseguir delações ou simplesmente causar dor em seus inimigos. A dor causada por alguns instrumentos era tão excruciante que a vítima não resistia. Valia de tudo: cozinhar vivo, mutilar, esmagar, uma coisa pior que a outra.
Confira nesta matéria as 7 torturas mais cruéis da Idade Média, os meios com os quais as pessoas suspeitas ou condenadas eram “gentilmente” tratadas vão te fazer agradecer por não ter vivido naquela época.

1. A Roda do Despedaçamento

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Nessa forma de tortura (amplamente usada pela igreja católica), o acusado era amarrado na parte externa de uma toda de madeira. Abaixo da roda ficava uma bandeja metálica na qual eram depositadas brasas vivas. À medida que a roda se movimentava em torno do próprio eixo, o acusado era queimado pelo calor produzido pelas brasas. Por vezes, as brasas eram substituídas por agulhas metálicas.
Este método foi utilizado entre 1100 e 1700 em países como Inglaterra, Holanda e Alemanha.

2. A Dama de Ferro

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A Dama de Ferro merece estar na lista com as 7 torturas mais cruéis da Idade Média. Define-se por uma espécie de sarcófago com espinhos metálicos na face interna das portas. Estes espinhos não atingiam os órgãos vitais da vítima, mas feriam gravemente. Mesmo sendo um método de tortura, era comum que as vítimas fossem deixadas lá por vários dias, até que morressem.
A primeira referência confiável de uma execução com a Dama de Ferro, data de 14 de Agosto de 1515. A vítima era um falsificador de moedas.

3. Cozido vivo

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Essa era uma das piores: a pessoa era submersa em um tanque (ou caldeirão) de água fervente por aproximadamente 10 minutos ou até que os vasos sanguíneos se rompessem.
A tortura só cessava depois que a água adquiria o tom púrpuro do sangue da vítima.

4. O berço de Judas

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O Berço de Judas era uma peça de metal (ou de madeira) em forma de pirâmide sustentada por hastes. A vítima era pendurada por correntes e colocada “sentada” sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, ou o saco escrotal.
O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege(alemão),Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).

5. A Pêra

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A Pêra (como era conhecida) era uma forma de tortura aterrorizante. O Instrumento metálico em formato semelhante ao da fruta (daí o nome) era introduzido na boca, ânus ou vagina da vítima, onde era expandida gradativamente. Muito usada para punir condenados por adultério, ‘homossexualismo’, incesto ou “relação sexual com Satã”.

6. Esmaga-cabeça

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Como um capacete, a parte superior deste mecanismo pressionava, através de uma rosca girada pelo executor, a cabeça da vítima de encontro a uma base na qual encaixa-se o maxilar. Apesar de ser um instrumento de tortura, há registros de vítimas fatais que tiveram os crânios, literalmente, esmagados por este processo. Neste caso, o maxilar, por ser menos resistente, é destruído primeiro; logo após, o crânio rompe-se deixando fluir a massa cerebral.

7. A Mesa de Evisceração

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Nesse método de tortura, o condenado era preso sobre a mesa de modo que mãos e pés ficassem imobilizados. O carrasco, manualmente, produzia um corte sobre o abdômen da vítima. Através desta incisão, era inserido um pequeno gancho, preso a uma corrente no eixo. O gancho (como um anzol) extraía, aos poucos, os órgãos internos da vítima à medida que o carrasco girava o eixo.

6 comentários:

  1. O ser humano sempre foi pródigo em métodos de tortura. Há uma enorme lista, além dos sete métodos citados, usados em diferentes períodos históricos para torturar e finalmente matar os delinquentes, bem como os desafetos dos governantes.
    Lembro aqui o método da flagelação e posterior crucificação (romanos), empalamento (usado pelos assirios e outros orientais), além de algumas variantes dos já citados.

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  2. Por que certa curiosidade histórica é encarada pela expectativa religiosa como uma cruel agressão a fé?
    “[...]. Porque não há coisa alguma escondida, que não venha a ser manifesta: nem coisa alguma feita em oculto, que não venha a ser pública”. (Marcos 4: 38-21)

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  3. Sério que ainda tem gente que acredita nisso?http://semema.com/os-11-maiores-mitos-sobre-a-idade-media-reveja-seus-conceitos/

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  4. Tudo isso foi provado que é mentira, siga os medievalistas sérios.

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