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12 de set de 2018

Animação

navio negreiro


Animação que mostra que em 259 anos mais de 136 mil escravos morreram no trajeto África x Rio de Janeiro.

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Link para o vídeo: O tráfico de escravos para o Rio de Janeiro




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Animação


tráfico escravos


Vídeo de animação explicando as grandes navegações no século XV.

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Link para o vídeo: Tráfico negreiro no Atlântico em 2 minutos



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Animação


grandes navegações


Vídeo de animação explicando as grandes navegações no século XV.

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Link para o vídeo: Grandes navegações



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11 de set de 2018

Banimento

Imediatamente após a proclamação da República, o Marechal Deodoro da Fonseca enviou carta  à família real comunicando o banimento do Imperador. A missiva começa com um desrespeito, certamente proposital: o tratamento de "Senhor", em vez de "Majestade". A carta só contém inverdades, sobretudo quando afirma que está "obedecendo  às exigências do voto nacional". Nesta época, D. Pedro II tinha 90% da aprovação da população. O nascimento da jovem República não teve nenhuma participação popular.  
O Marechal Deodoro provavelmente não teve condições de encarar o Imperador para pessoalmente entregar-lhe a carta de banimento; mandou que um oficial do Exército o fizesse. Nessa ocasião, Pedro II tinha 63 anos e já não gozava de boa saúde. Fazia 49 anos que tinha sido declarado maior e 48 que havia sido sagrado Imperador. Banir a família imperial em um prazo de 24 horas foi um ato desnecessário, desumano e de uma violência injustificável. 


Exílio

O Imperador e toda sua família embarcaram no navio Alagoas, na madrugada do dia 17 de novembro de 1889, provavelmente para que sua partida não fosse notada pela população. Chegaram ao Tejo, em Portugal, na manhã do dia 7 de dezembro de 1889, desembarcando em Lisboa.
Destronado, deportado como um criminoso, sem mais as inúmeras ocupações que desempenhava como Chefe de Estado, sem seus livros e papéis, que tantos estímulos lhe tinham dado, ficou confinado, pobre, em um quarto de modesto hotel. D. Pedro e a Imperatriz decidiram seguir para o Porto. Hospedaram-se no Grande Hotel, que de grande tinha apenas o nome.
Quando a família imperial foi exilada, os que ajudaram a realizar o "golpe", mandaram retirar dos cofres públicos 5 mil contos de reis, o equivalente em dinheiro a aproximadamente 4,5 toneladas de ouro, para dar como forma de indenização à família imperial.
D. Pedro, além de recusar, disse que ninguém de sua família os receberia, e pediu, caso o dinheiro já estivesse sido retirado, um documento comprovando que ele fora devolvido; e terminou com a frase: "Com que autoridade esses senhores dispõe do dinheiro público?" Era a primeira tentativa republicana de desvio do dinheiro do povo.
D. Pedro II passou 49 anos governado o Brasil e durante o seu reinado nunca aumentou o soldo que recebia como Imperador, ainda que a Câmara fosse favorável. Assim que a República foi proclamada, os seus líderes, entre eles o Marechal Deodoro da Fonseca, aumentaram seus próprios salários para quase o dobro do que ganhava o Imperador do Brasil. 


Imperador D. Pedro II
"Com que autoridade esses senhores dispõe do dinheiro público?"

Morte

Em dezembro de 1891, dois anos após a morte de sua esposa, a Imperatriz Teresa Cristina, D. Pedro contraiu um resfriado que evoluiu para uma pneumonia. Em 5 de dezembro, após ter servido ao  Brasil por 58 anos, dos quais 10 através da Regência e 48 de forma efetiva, faleceu modestamente em um hotel parisiense aos 66 anos. Estavam presentes a Princesa Isabel com o Conde D'Eu e seus filhos. O presidente francês, Sadi Carnot, enviou todos os membros da Casa Militar para prestarem homenagem ao falecido monarca. Princesa Isabel, que desejava realizar uma cerimônia discreta, acabou por acatar o pedido do governo francês para realizar um funeral de Estado.
Em 8 de dezembro, o caixão com o corpo de D. Pedro II partiu para La Madaleine. Uma multidão de mais de 5 mil pessoas compareceu para acompanhar o cortejo. Dentre as muitas notícias veiculadas na imprensa internacional, escreveu o Conde Soderini: "O Imperador do Brasil era amado em todo o mundo, e era naquele tempo, juntamente com o Papa, a maior autoridade moral entre os homens de todos os países".
Na França, enquanto o governo francês queria prestar homenagens de Chefe de Estado ao Imperador, a representação diplomática do Brasil tentava convencer o governo francês a não fazê-lo, para não melindrar os governantes republicanos brasileiros. O próprio governo dos republicanos tentou, em vão, impedir que a França fizesse o funeral, e ainda, solicitava que a bandeira imperial não fosse hasteada e que os símbolos nacionais não fossem utilizados. De nada adiantou, o governo francês prestou honras grandiosas  a D. Pedro e à família imperial.

O fim do banimento

Em 3 de setembro de 1920 ( alei do banimento foi revogada em 8 de janeiro de 1921), chegaram ao Rio de Janeiro os despojos dos Imperadores D. Pedro II  e de Dona Tereza Cristina, os quais foram depositados na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro. Em 5 de dezembro de 1939, os despojos foram transferidos para a cidade de Petrópolis e sepultados no Mausoléu Imperial.


d pedro ii
D. Pedro II foi vestido com o uniforme da Almirante da Armada do Brasil

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Fonte: Revista do Clube Naval/Artigo do CAlte (Ref) Mucio Piragibe de Baker

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30 de nov de 2017

A origem da cachaça em terras brasileiras

Durante o processo de obtenção do melado nos engenhos de cana de açúcar no Brasil colônia, os escravos colocavam o caldo da cana em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. 
Porém, um dia cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. E agora? O que fazer? A saída foi guardar o melado longe das vistas do feitor.

cachaça

No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Os escravos não pensaram duas vezes. Misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o azedo do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome pinga.

cachaça

Quando a pinga batia nas costas dos escravos marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito. Por conta disso deram o nome de aguardente.
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

Fonte: Museu do homem do Nordeste (Recife, Pernambuco).

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1 de nov de 2017

Em setembro fez 183 anos da morte de D. Pedro I 

Diferentemente dos dias atuais em que podemos morrer de diversas causas que não sejam naturais, no passado as mortes eram serenas ou então como chamavam os historiadores de mortes domesticáveis.
Depois de voltar para Portugal e fazer de sua filha Maria da Glória rainha daquele país, D. Pedro I começa a se mostrar cada vez mais abatido, em péssimo estado, com os olhos muito afundados e com a barba cobrindo o rosto.

Morte dom pedro I
D. Pedro I em seu leito de morte em 1834, por José Joaquim Rodrigues Primavera.
Antevendo seu fim, D. Pedro I resolve se enclausurar no palácio de Queluz, Lisboa, e ficar no quarto onde havia nascido ornamentado com figuras de D. Quixote. Neste quarto, D. Pedro I começa a se despedir de todos os seus familiares e amigos, como era de praxe na época, onde diversas pinturas desse período retratavam essa cena de despedida. 

Poderá gostar também: Dom Pedro I, amante insaciável?

Em 24 de setembro de 1834, aos 35 anos, D. Pedro I agarrado a um crucifixo (logo ele que tinha tantos pecados), chama o padre, se confessa, toma e extrema-unção, e morre abraçado com sua filha Maria da Glória, ambos com seus rostos cheio de lágrimas.
Em 2013, a arqueóloga Valdirene Ambiel fez a exumação do corpo de D. Pedro I  e descobre que ele morreu de tuberculose. 
D. Pedro I foi enterrado com roupas de general português e com muitas medalhas em seu peito. Em seu caixão está gravado D. Pedro I, primeiro imperador do Brasil e rei de Portugal e Algarves.


Fonte: Rádio CBN-Rio/Coluna da Mary del Priore

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23 de out de 2017

debret
Boutique des barbiers (Jean-Baptiste Debret - 1834-1839) in: "Voyage pittoresque et historique au Brésil"

"Barbeiro, cabeleireiro, sangrador, dentista e deitam bichas” - a placa na loja de barbeiros indica as principais atividades exercidas por esses profissionais no período retratado por Debret. Havia, então, uma diferenciação entre médicos e barbeiros-cirurgiões: os primeiros frequentavam escolas de Medicina, diagnosticavam as doenças e receitavam medicamentos; os outros praticavam a Medicina baseada na experiência e faziam curativos, sangrias com sanguessugas (ato de “deitar as bichas”), aplicavam ventosas e clisteres*, além de ocuparem-se com a estética dos cabelos e das barbas.

*Tratamento ou meio de diagnóstico que consiste na introdução e passagem de um líquido (água ou outra substância) pelo reto através de um tubo introduzido no ânus. Os principais tipos de clisteres são: purgativo ou de limpeza; microclisteres; sedativos, nutritivos; cicatrizantes, etc.




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Animação



religiões


Vídeo apresentando um breve resumo da história das religiões Sikhismo, Candomblé e Santeria.

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Link para o vídeo: SIKHISMO, CANDOMBLÉ E SANTERIA





Acesse este link para ver outros vídeos sobre as principais religiões do mundo.

Fonte: Youtube/TVIG

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Animação



religiões



Vídeo apresentando um breve resumo da história das religiões Islâmica e Rastafari.

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Link para o vídeo: ISLAMISMO E RASTAFARI


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Fonte: Youtube/TVIG

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